“Não me deixes ir, … 😢”

O que posso fazer? A tua vontade é ir, não ficar. Eu só quero que fiques, que venhas viver na minha vida. Não me queres na tua, não queres o abraço que por alguma razão me pedes de vez em quando. Há quase 3 anos que os meus olhos não encontram os teus, que os meus braços esperam pelos teus, mesmo sabendo que não haverá nunca o abraço que imaginei ser o meu.

O que eu sinto ou não, o que quero ou não, se te deixo ou não ir, não importa nada. Tu procuras a tua felicidade em braços que não os meus. Não é o meu abraço que procuras na tua cama à noite, nem de manhã ao acordar, nem em cada regresso a casa…

(Volta… fica… de que vale eu pedir-to… de que vale pedir que venhas viver na minha vida… quantas vezes to pedi? de nada adianta. Não importa nada do que diga ou faça…)

E hoje já não pedes... já não queres... se é que quiseste mesmo... são apenas os tais momentos de fraqueza, não queres realmente. Quando estás bem não queres, quando estás aí, no teu lar, em família, não queres (queres essa família e não ser família comigo), quando estás aqui, em família não queres... não queres mesmo. Não queres viver na minha vida como eu quero viver na tua, não me queres na tua vida como eu te quero na minha, todos os dias.

 

“Não consigo olhar no fundo dos seus olhos/ E enxergar as coisas que me deixam no ar/ Me deixam no ar/ As várias fases e estações que me levam com o vento/ E o pensamento bem devagar/ Outra vez, eu tive que fugir/ Eu tive que correr, pra não me entregar/ As loucuras que me levam até você/ Me fazem esquecer que eu não posso chorar/ Olhe bem no fundo dos meus olhos/ E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar/ O universo conspira a nosso favor/ A consequência do destino é o amor/ Pra sempre vou te amar/ Mas talvez, você não entenda/ Essa coisa de fazer o mundo acreditar/ Que o meu amor/ Não será passageiro/ Te amarei de janeiro a janeiro/ Até o mundo acabar/ Até o mundo acabar/ Até o mundo acabar/ Até o mundo acabar/Mas talvez, você não entenda/ Essa coisa de fazer o mundo acreditar/ Que o meu amor/ Não será passageiro/ Te amarei de janeiro a janeiro/ Até o mundo acabar/ Até o mundo acabar/ Até o mundo acabar/ Até o mundo acabar/ De janeiro a janeiro”

Amar-te-ei sempre, de janeiro a janeiro, da mesma forma que tu amas quem amas de janeiro a janeiro,  até o mundo acabar.

 

“Se estivesses aqui… (…) Corro para o teu abraço…”

Não estou, não quiseste, não queres…Quando ainda tinha a ilusão que poderias querer-me na tua vida como te quero na minha, teria ido, teria arranjado uma forma de estar aí contigo… hoje sei que não sentes, não queres, são apenas palavras cujo significado não entendo… porque motivo o dizes ou escreves… não sei, mas não interessa, não muda nada, palavras que para ti terão certamente um significado diferente do que acreditei significarem.

 

“Ainda te lembras de mim?/ Ainda sabes de onde eu vim?/ Quem sou esta que aqui estou?/ Diz-me no meu olhar triste/ Que alguma memória existe/ E ainda sabes quem sou/ Diz-me se ainda tropeço/ Se me alegro se agradeço/ Ou se ainda sei cantar/ Recorda-me por favor/ Alguma coisa o que for que eu não consigo/ Lembrar/ Vem comigo pla cidade/ Diz-me com sinceridade/ Se tu te lembras de mim/ Onde cresci e amei/ Com quem vivi e me dei/ Ou se a algo eu pus fim/ Será que tu me conheces/ Que o tempo passa e não esqueces/ Quem eu fui e sou enfim/ Oh meu doce coração/ Diz-me se sabes ou não/ Ainda te lembras de mim?/ Siempre que me acuerdo de algo/ Siempre lo recuerdo un poco diferente/ Y sea como sea ese recuerdo/ Siempre es verdad en mi mente/ Y si mi alma se derrama/ Y la falta de pasado es el olvido/ Cuando muera solo pido/ No olvidar lo que he vivido/ Será que tu me conheces/ Que o tempo passa e não esqueces/ Quem eu fui e sou em fim/ Oh meu doce coração/ Diz-me se sabes ou não/ Ainda te lembras de mim?”

Sempre… todos os dias, todas as noites… E tu, lembras-te de alguma coisa de nós? (bem sei que não.)

 

“Também  me fazes falta...”

“Já sei o que vais dizer. Não digas. Abraça-me, apenas.”

Sinto a tua falta, todos os dias, todas as noites. Todos os dias e todas as noites em que apenas tenho a tua ausência, o nada, tudo o que queres de mim, tudo o que me queres dar, apenas nada… continuo a ter-te no pensamento ao adormecer e ao acordar… sempre, todos os dias, todas as noites em que anseio pelo calor do teu corpo junto ao meu, a tua pele na minha… todos os dias em que anseio por um beijo teu ao acordar, um sorriso teu ao abrir os olhos… todos os dias em que não tenho o teu abraço ao chegar a casa, a casa que seria nossa e que apenas é um lugar vazio, tão vazio como eu.

 

“Olha em teu redor/ Rara flor do meu jardim/ Vais ver que o nosso amor/ É lindo e tão maior/ Que a vida há-de regar em ti/ Tudo o que eu vi // Depressa vi a vida a acontecer/ Mais perto de saber o que é o amor/ Em ti me perco assim/ Até me falta o ar, por ti// Será que é paixão? (Será que é paixão?)/ Será que é o amor em construção?”

Todos os dias constróis uma vida, um amor adulto e verdadeiro…

 

“(Tenho sempre tanta vontade de te explicar as insignificâncias do meu dia...)”

Os dias que vives no abraço de um outro alguém, na vida de outro homem… as noites que chegam após cada dia…

 

“We keep this love in a photograph/ We made these memories for ourselves/ Where our eyes are never closing/ Our hearts were never broken/And time's forever frozen still// So, you can keep me/ Inside the pocket of your ripped jeans/ Holding me close until our eyes meet/ And you won't ever be alone/ Wait for me to come home”

Não há uma fotografia para te trazer comigo, os nossos olhos não se encontrarão, estou sempre sozinho, nunca chegarás à nossa casa… esta letra é sobre a pessoa com quem se está, a pessoa que se ama, provavelmente querias enviar a música ao teu marido e enganaste-te no destinatário.

“Loving can heal/ Loving can mend your soul/ And it's the only thing that I know, know/ I swear it will get easier/ Remember that with every piece of ya/ And is the only thing we take with us when we die”

…não levarei nada…

“And if you hurt me/ That's okay, baby/ Only words bleed/ Inside these pages you just hold me/ And I won't ever let you go/Wait for me to come home/ Wait for me to come home/ Wait for me to come home/ Wait for me to come home// So you could fit me/ Inside the necklace you got/ When you were sixteen/Next to your heartbeat, where I should be/ Keep it deep within your soul/ And if you hurt me/ Well, that's okay, baby/ Only words bleed/ Inside these pages you just hold me/ And I won't ever let you go/ When I'm away/ I will remember how you kissed me/ Under the lamppost back on 6th Street/ Hearing you whisper through the phone/ Wait for me to come home”

Não sou eu quem volta à tua casa… por muito que queira ser, volta quem escolhes que volte.

 

(Quando oiço outras pessoas dizerem “a minha mulher”, “o meu marido”, e sinto a dor de saber que a minha mulher é a mulher de outro homem. A mágoa que palavras tão inocentes provocam em mim… a simplicidade da vida em algo que não poderei alguma vez ter…)

Beijo-te, minha flor… única no mundo. Amo-te, sempre. Abraço-te.

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